2734.jpg

No início dos anos noventa um livro moldaria meus pensamentos sobre o mundo.

"Efeito Popcorn"" escrito por Faith Popcorn descrevia o espírito de sua empresa e já provocava no nome. ""Reserva de cérebros"" se propunha a pensar para grandes multinacionais, nas soluções dos problemas que elas ainda não possuíam. Um deles, o lixo.
Bem, o futuro chegou. E veio sobrecarregando o planeta com seus detritos eletrônicos, restos sintéticos, plástico.
Para além de minha preocupação com o planeta, curiosidade sobre pessoas e suas culturas e exacerbado senso esteta, dei de cara com a beleza das FOLHAS DE BANANEIRA como opção às embalagens sintéticas.

A atração pelas folhas, me levou a banana, pela qual sempre tive "grade afeição", digamos assim.

Hélio Ribas Marinho, um dos dois arquitetos criadores do Monumento dos Pracinhas no Rio de Janeiro e meu padrasto, descrevia a banana como a fruta perfeita. Protegida numa embalagem arrojada, sem caroços, lisa, linda.

Nem de longe poderia supor que, para além do design e do potássio, estava ali a fruta ricamente nutritiva e de liga, como nenhuma outra.

Então me foi apresentada a BIOMASSA DE BANANA VERDE. E tudo fez sentido.

                                                                                                                                     - Xan 
 

18623362_909114835897498_795354901782368

Ran Shnitzer

Angel

Terra-2.jpg

Xan
MKT/Criativo
 

IMG_1159-2.jpg

Ana Emília Araújo
Engenheira de Alimentos 

Angélica Pretto

Consultoria executiva

Celia Caires

Cozinha

IMG_1001.jpg
IMG_1050_edited.jpg

Sueli Caires

Cozinha

1d37f68a8b5453792110333b982fc0b8_edited_